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Somos a empresa líder no mercado latino-americano com operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, e Peru, com mais de 400.000 envios aos mais diversos veículos de comunicação (TV aberta, PayTV, Cinema, OOH, Internet).

Somos a empresa líder no mercado latino-americano com operações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, e Peru, com mais de 400.000 envios aos mais diversos veículos de comunicação (TV aberta, PayTV, Cinema, OOH, Internet).

+ de 550.000 envios
+ de 1.000 canais conectados
+ de 600 agências
+ de 1.700 anunciantes
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A+V Zarpa permite organizar, administrar,
compartilhar os comerciais e consultar
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NÓS FALAMOS COM TODOS!
Para a população com alguma forma de deficiência (no Brasil, 24% da população total), é um importante gesto de cui [...]
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05/02/2019

Para a população com alguma forma de deficiência (no Brasil, 24% da população total), é um importante gesto de cuidado, atenção e inclusão social.

Para o país, é o cumprimento da lei federal 13.146 de 06 de Julho de 2015, que promove condições de igualdade e cidadania. 
(Capítulo II, Art. 67: Os serviços de radiodifusão de sons e imagem devem permitir o uso dos seguintes recursos, entre outros: I- subtitulação por meio de legenda oculta; II- janela com intérprete de libras; III-audiodescrição)

Para o anunciante, é um investimento que gera resultados não só institucionais, mas principalmente de vendas para a sua marca, com um novo alcance de sua comunicação para 9,8 milhões de brasileiros (leia-se “consumidores") com deficiência auditiva. 

Conto com todos para que sejamos sal e luz nessa importante causa: ACESSIBILIDADE!

BEM-VINDO À ERA DIGITAL!
Em breve, o Grupo RBS fará uma mudança importante para consolidar um ambiente 100% digital em suas operações.
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30/03/2017

Em breve, o Grupo RBS fará uma mudança importante para consolidar um ambiente 100% digital em suas operações.

A partir do dia 03 de Abril de 2017, será adotada a entrega digital dos materiais comercializados pelas emissoras do Grupo.

O comercial será recebido em arquivo digital através do sistema A+V Zarpa, empresa especializada na distribuição online de comerciais publicitários e homologada pela TV Globo e demais emissoras de TV aberta, PayTV, Cinema, Internet e OOH.

A A+V Zarpa é líder de mercado em toda a América Latina e foi a pioneira na entrega digital no Brasil, estando 100% adequada tecnicamente para atender as demandas do mercado publicitário na entrega dos materiais.

Durante o mês de Abril todos os envios realizados via A+V Zarpa para as emissoras do Grupo RBS estarão isentas de cobrança. A partir de 02 de Maio de 2017, os envios para as emissoras do grupo serão faturados pela própria RBS.

A A+V Zarpa não cobrará nenhum valor relativo a esse serviço específico.

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Agora já é possível gerar arquivos para Twitter, Youtube y Facebook através de A+V.
Seleciona os destinos em “Media Online” e em poucos minutos receberá o arquivo para download no formato sol [...]
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07/10/2016
Seleciona os destinos em "Media Online" e em poucos minutos receberá o arquivo para download no formato solicitado pelos destinos.
Arizona Faz parceria com A+V ZARPA
O grupo de serviços para marketing Arizona fechou uma parceria com a A+V ZARPA...
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28/07/2016

O grupo de serviços para marketing Arizona fechou uma parceria com a A+V ZARPA, uma das quatro empresas homologadas pela Rede Globo para o envio digital de comerciais para serem veiculados na emissora.

As demais são Adstream, Adtoox e Casa Vaticano. A partir de agora, agências e anunciantes clientes da Arizona poderão usar a plataforma da Zarpa para mandas as produções publicitárias para a Globo. A Arizona já utilizava os serviços da parceira em outras mídias. O novo modelo de entrega da emissora de TV começa a valer a partir de 9 de maio para os materiais comercializados pela origens de venda São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Sul.

Globo oficializa entrega digital
Desde o último dia 6 a Rede Globo deu mais um passo para consolidar um ambiente 100% digital...
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02/06/2016

Desde o último dia 6 a Rede Globo deu mais um passo para consolidar um ambiente 100% digital em suas operações de publicidade, determinando a entrega exclusiva nessa modalidade de materiais comercializados nas praças de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Globo Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). A medida joga luz em quatro players do mercado de streaming publicitário: A+V Zarpa, Adstream, Adtoox e Casa Vaticano, únicas empresas homologadas pela emissora a prestarem esse serviço. Ao mesmo tempo, a decisão gerou polêmica no mercado de produtoras, diretamente afetado pelo novo direcionamento da Globo.

“Dificilmente um plano de mídia não possui a Globo e as pessoas precisam se reencontrar em um novo modelo de entrega de material”, defende Fabio Brancatelli, da A+V Zarpa, empresa que é fruto de uma fusão da chilena A+V com a brasileira Zarpa e integra o grupo IMD, que tem sede em Londres e atua em mais de cem países. O executivo diz que não existe outro tipo de entrega nesses outros mercados, apenas a digital.

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A fita foi pro céu, ou melhor, pra nuvem
Desde que foi mencionado pela primeira vez em um artigo de 1995, Disruptive Technologies: Catching the Waves...
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23/03/2016

Desde que foi mencionado pela primeira vez em um artigo de 1995, Disruptive Technologies: Catching the Waves, o termo inovação disruptiva te persegue.

Parece estar em todas as palestras e leituras. Sua agência, inclusive, foi uma das primeiras a se apropriar desse discurso. Não poderia ser diferente. No mundo digital de hoje, a palavra de ordem é reinventar padrões estabelecidos e trazer novas concepções e ideias. Pena que isso não é praticado com a mesma força em que atua no campo da teoria. Lembro-me quando, ainda nos anos 1990, uma inovação disruptiva chacoalhou o mercado. O fotolito virou filmless, substituindo mídia física por digital, numa época em que a banda de internet nem era tão larga assim.

Então por que será que, no Brasil, essa ideia revolucionária do meio impresso custou tanto a convencer também no meio eletrônico? Por que ainda são praticados métodos arcaicos que consomem tanto tempo e dinheiro, reduzem qualidade e segurança, agridem o meio ambiente e o valor do nosso mercado? Sim, estou falando da entrega do seu filme publicitário nos meios de comunicação. Para muitas agências, o que deveria ser uma etapa final em clima de comemoração, se torna o início de um tormento. Ninguém é capaz de dar um bom motivo econômico ou operacional que justifique o processo de fitas sendo checadas e trafegadas manualmente por profissionais com “job descriptions” mais relevantes.

Nem capaz de observar e absorver a tendência mundial do streaming, com plataformas de gestão que integram profissionais e processos. É a dificuldade de enxergar o simples, de romper barreiras. Para a sorte do mercado, uma importante emissora de televisão assumiu o controle e quebrou o paradigma, dando senso de urgência ao que nunca deveria ter esperado tanto tempo.

Nessa emissora, a partir do dia 9 de maio, as portas se fecharão para o recebimento de qualquer tipo de material que não seja digital e enviado por uma empresa de streaming. Certamente vai puxar a fila não somente nas demais emissoras de TV aberta e pay TV, mas também onde mais houver uma tela transmitindo um filme, seja no cinema, no elevador, na rua ou na internet.

É a boa e velha (mais velha do que boa) fita indo para o céu. Ou melhor, para a nuvem. Bom para os anunciantes, que reduzirão os custos exorbitantes de produção de cópias físicas e gerações por satélite. Bom para as agências, que terão verba de produção reinvestida em mídia e profissionais qualificados usando seu tempo de forma intelectual, em vez de grampeando envelopes e monitorando motoboys.

Bom para a empresa de streaming que preza pela qualidade, uma vez que esta emissora estabeleceu regras que favorecem a escolha pelo melhor fluxo, atendimento e alcance. O assunto está na pauta de todas as agências, e a escolha pelo parceiro de streaming virou a prioridade número um dos gestores operacionais.

É a inovação disruptiva dando poder de escolha ao consumidor, facilitando processos, revisando preços e tornando os serviços mais acessíveis. Bem-vindo ao século 21, em que só falar bonito não é mais suficiente, é preciso agir como um disruptor.

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